sábado, 23 de novembro de 2013

Alguns pensamentos da noite.

Um novo ciclo se fecha, para se começar uma nova etapa, olhar para o passado é como olhar para o nada, tentar enxergar o vazio. Apenas mais uma perda de tempo de uma mente, que perde a ciência de sua existência e se prende na falsa noção de realidade.
Não possuir mais arrependimentos, é não se prender a visão da imutabilidade e entender que tudo é transitório. Não significa levar uma vida desregrada, que machuque ou passe por cima dos outros sem piedade, mas ter total noção do momento que se vive e vive-lo da melhor maneira possível.

Cada dia das nossas vidas têm inúmeras possibilidades de mudar a realidade, mas o apego ao passado e as pessoas que nele reside, nos impossibilita de enxergar cada uma delas, perdemos toda a felicidade tentando alcança-la em um futuro inexistente. Criamos nossas próprias condições e nelas ficamos confortáveis e nelas ficamos dependentes e presos. Perdemos assim toda a noção da existência e da inexistência.

domingo, 3 de novembro de 2013

Textos da Madrugada

Não uso essa porcaria faz tempo, mas venho aqui para deixar mais dois textos das noites insones (ainda será o titulo de um livro meu... aguardem e não o roubem) Textos esses que só são escritos após a meia noite. Textos esses que não consigo segurar, ele não são meus, pois possuem suas vidas próprias apenas brotam da necessidade dessa mente insana que vós escreve (de vez em nunca) Acabo neles colocando muito de mim. Mas sinto uma contente liberdade quado consigo termina-los. Exemplo do ultimo que coloquei aqui esse dois me remoem a anos em minha mente mas nunca tinha parado para solta-los, venho por fim os colocando aqui.


Realidade Inconsistente.
As vezes paro para pensar na inconsistência da realidade.
Normalmente, quando coloco minha cabeça no travesseiro e tento desligar meus sentidos.
Mas, parecem que nesses momentos eles gostam de brincar
No dia fico orgulhoso de como não penso em você
De como foi difícil esquecer teu jeito, tuas formas, teu andar de tudo aquilo que eu amava
Mas que eu tinha por fim conseguido
Por mais que tenha sido difícil, não lembrava mais da força dos teus abraços, do som da tua voz quando brigava comigo sempre de forma que me desarmava. Por fim tinha conseguido esquecer teu cheiro.
Mas algumas noites, por mais que na minha alma se mantenhas ocultas, acabas se revelando.
Só é necessário lembrar uma palavra saindo da tua boca, que tudo revive dentro de mim
Cada momento que foi passado e cada momentos que poderíamos passar, de cada plano que nem chegou a ser feito
Então penso de que como as coisas mudaram para a impermanência, de que como os dias seriam diferentes se apenas umas palavras não tivessem sido ditas, ou se algumas pequenas atitudes não tivessem nos afastados tanto.
Mas na impermanência que venho aprendendo, venho com esse texto por fim te soltar. Não posso mais aprisionar tuas memórias em minha mente, nem pensar nos dias que nunca virão, pois se perderam em um passado que não existe mais.
Hoje o orgulhoso está morto, apenas sobrevive o indiferente.

Na Noite
Já passava da meia noite, e eu começava a perder as esperança de você voltar a entrar pela porta da sala, e ficar comigo, até pelo menos o dia amanhecer e conversarmos, tentarmos resolver tudo e com a manhã nossa paz voltasse.
Fiquei então perambulando, feito um zumbi pelas paginas da internet, nem sabia mais quanto tempo já tinha se perdido desde que você tinha ido, mas sabia que por mais que eu negasse as horas já tinham se passado e você não voltaria. Foi quando de repente, na silenciosa paz que vem com a noite, ouço um som lá fora, de como se fosse um carro estacionando, de frente a esse edifício velho e quase abandonado que você sempre disse que eu insisto em morar.
Coloquei-me então de sentinela atrás dos vidros que protegem minha sala, de tudo que vem com a madrugada e o seu vento frio, e observei o carro preto que realmente acabará de chegar ao local, pensei que talvez, nas minhas vãs esperança de alguma forma, por mais impossível que fosse, mas que ainda fosse você.
Mas a visão que tive, não foi dos seus longos cabelos, que a mais branda brisa, eu sentia o perfume que ele exalava. Mas sim de uma mão segurando firmemente os cabelos curtos de um rapaz, cabelos esses que deveriam ser loiros, mas que de longe eu vira que já assumirá um tom avermelhado do sangue que escorria e pingava no concreto, sendo puxado para fora do carro. Nesse momento percebia que eu não conseguia me mover e que por mais protegido do vento gélido da noite eu estivesse, era como se minha espinha estivesse congelada, por aquele breve momento que se seguiu.
O rapaz foi puxado para fora, e colocado de joelhos, mas para ser sincero, acredito que não conseguiria ficar de pé e que lutava para não deitar no chão, a sua camisa estava em frangalhos, percebia que deveria ter sido branca, mas agora, o que sobrava dela era uma mistura de vermelho e o marrom do sangue que começa a secar. Chamo de rapaz, pela aparência do seu corpo, pois não direi com certeza que idade deveria ter, pois seu rosto era uma massa de carne que deve ter sido muito socada, além dos cortes disformes que ali se encontrava.
Já a pessoa que segurava, até agora, não conseguia ver o rosto, apenas um contorno que se camuflava na má iluminação, além de até agora se encontrar de costas, percebi que ele gritou algumas palavras, mas que não sei se por truque da noite e seus fortes ventos ou pela distancia que se encontrava não entendi o que era dito. Vi algo que deveria ser um sorriso brotar naquela massa deformada, que já fora um rosto e que se encontrava de joelhos. Tudo isso foi extremamente rápido, mas era como uma eternidade estivesse se passando, mais lento ficou quando aquela silhueta se projetou atrás do rapaz, com um pequeno punhal degolando sua garganta. Estava tudo acabado, mas então vi o rosto do executor, quando ele lentamente ergueu sua cabeça e por mais distante que os três andares que me separavam do térreo a certeza de que aquele rosto estava a encarar diretamente os meus olhos.
A visão do rosto daquele homem era com se eu vise o próprio anjo da morte, sua pele era branca, para não dizer extremamente pálida, seus olhos eram como duas safiras, seus cabelos negros penteados totalmente para trás, aumentando a intensidade e a vivacidade que aquele olhar poderia ter. Eu tinha certeza ele estava olhando para mim.
Ele então fez um gesto para o carro, e como a carruagem que carrega os mortos, acelerou velozmente deixando as duas criaturas, uma agora com certeza sem vida e outra que caminhava em direção ao edifício. Entrei em pânico, pois percebia que mais nenhuma luz estava acesa nos outros apartamentos e que só o meu apartamento se encontrava iluminado. Comecei a pensar rapidamente a quem poderia pedir ajuda, mas nesse canto, sei que os vizinhos tem mais prazer de ir ao seu enterro do que prestar qualquer tipo de socorro.
Fique pensando se mais alguém, foi curioso e descuidado como eu de ter visto o que vi, que essa pessoa teria o mínimo de misericórdia que se tem com outro ser humano, mas o silencio reinava entre todos os lares. Por fim meus pensamentos foram interrompidos pelo som dos passos que agora soavam dentro desse velho edifício. Desloquei-me quase instantaneamente para as janelas de um dos quartos, mas ainda não sei o motivo fiz questão de ser silencioso e ter certeza que não seria visto na espreita dessa vez. E vi um vulto se movendo, subindo cada uma das três escadas.
Meu fim era próximo, cada vez mais esse pensamento martelava em minha cabeça, lembrei então que até agora não vira nenhuma arma de fogo, apesar da certeza que ele deveria possuir no mínimo uma pistola, vi apenas usando seu punhal. Agarrei-me a meu ultimo fio de esperança, e corri logo para a cozinha e achei a singela peixeira, que se encontrava esquecida em cima do balcão. E fui para trás da porta principal, decidir-me que ele não me levaria também.
Agora ali abaixado, esperando que ele arrombasse meu portão e então cruzasse a porta o qual encontraria o fim, me perguntava se teria coragem, os sons estavam cada vez mais próximos. O portão não parecia ter sido nenhum problema, ele nem usou de violência, já deveria ter costume de entrar dessa forma noutros domicílios. Então a porta que me escondi se abre, sem nenhum cuidado ou zelo, deixando as duvidas para trás, cravo minha faca com todas as forças vindas da esperança do novo dia, nas costas do que eu pensava ser meu carrasco.
Então percebi que existe desgraça maior que a morte, pois acabei matando o único ser que não deveria morrer enquanto eu vivesse. você caiu lentamente para trás, mostrando que o momento que eu tanto almejei na noite eu transformava no inicio do fim da minha vida.
Sai lentamente do pequeno apartamento, vendo seus olhos me fitando por trás da sua morte, e subir no telhado deste velho edifício, pedindo que esses três andares sejam capaz de me levar de volta para perto de ti.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Um conto.

Já faz algum tempo que não tento escrever ou criar nada, essa noite, deixo esse conto que já me inquietava na cabeça, confesso que a ideia original seria de uma Historia em quadrinho, mas de alguma forma tinha que ir para o papel. Como a maioria dos meus escritos, não tem titulo.


   Ela desceu vagarosamente do ônibus, se despedindo das amigas, tinha sido uma festa realmente boa, a ponto de esquecer completamente da hora, saiu de lá quase umas 3h da madrugada.
   Assim que ela desceu, e o ultimo ônibus que passava por ali se fora, percebeu que a rua estava estranhamente vazia e singularmente escura, mas ouvia passas se aproximando. Ela não quis esperar para ver, pensou logo consigo mesma, que esse horário não é muito seguro para uma mulher bonita, sim ela tinha noção da beleza que possuía em seus plenos vinte três anos, andar sozinha e que ser assaltada poderia ser o mínimo que poderia acontecer.
   Apressou então seus passos, mas não para sua surpresa, mas sim para o seu desespero, percebeu que os passos também aumentaram seu ritmo.
   Nunca ela se arrependeu tanto de ter alugado um apartamento longe da parada de ônibus, na verdade não era nem tão longe, menos de 5 minutos estaria lá, mas os segundos pareciam durar horas.  Olhara rapidamente para trás, viu apenas uma silhueta de um homem de camisa aberta, voando ao vento e de boné, o fato de está de boné aumentava seu medo, pois imaginava que era alguém que queria esconder seu rosto.
            Decidiu então correr, se ela conseguisse ao menos chegar ao portão do seu prédio, poderia ao menos pedir ajuda a um porteiro. Quanto mais ela corria, mais ela ganhava esperança, mas o sapato que usará para a festa acabou lhe traindo, fazendo ir ao chão, para sua surpresa, quando se levantou percebeu que não era mais seguida.
            Logo estava de pé e decidiu continuar correndo, estava finalmente chegando a sua rua, quando virou a esquina, acabou esbarrando em um homem, pensou em gritar, mas o homem colocou a mão em sua boca e disse-lhe:
            -Calma garota. Não precisamos acordar a vizinhança toda. – Ele percebeu o quanto ela tremia e foi tirando a mão da boca dela – Alguma coisa errada?
-Achei que estava sendo perseguida por alguém, mas talvez tenha sido apenas minha imaginação. – Ela lhe respondeu

-Realmente não é seguro, para uma mulher andar sozinha essas horas, você mora perto?

-creio que para ninguém mais é, e você? o que taria fazendo na rua?

-Tenho insônia, decidi então trazer o lixo para fora, moro logo ali naquele prédio. Mas se quiser posso acompanha-la

   Ela ainda estava meio relutante, mas decidiu aceitar, afinal quando estivesse em casa, nada mais temeria. A poucos metros encontrava seu apartamento, para seu desapontamento o porteiro não estava na guarita, usou sua chave, apesar de recusar e dizer que não era necessário, ela foi acompanhada até  a porta de seu apartamento.

-poderia me dar um copo d’água? Esse calor está cada vez mais infernal. – Perguntou-lhe
-Claro, é o mínimo que poderia fazer – falou e logo após entrou em seu apartamento para trazer a água.
Enquanto entrava, o estranho simpático, desabotoou um botão de sua camisa, e removeu um singelo boné do seu bolso de trás da calça, enquanto em sua mente, fervilhava de como se deliciaria, com sua mais nova vitima, entrando no apartamento, fechando a porta atrás de si.  

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A Herança Valdemar



Em busca de filmes baseado em H.P Lovecraft (Howard Phillips - Não confundi H.P Lovecraft com um bruxinho please, pois já me perguntaram por que eu colocava tanta coisa sobre o fedelho no facebook da vida...), autor esse que apresenta uma obras incríveis e de extrema qualidade. Encontro o filme A Herança Valdemar, dos anos de 2010/2011 partidos em duas partes. Confesso que por ser um filme relativamente novo, quem em conhece sabe que costumo assistir filmes de terror, basicamente da década de 80 para baixo, no máximo alguns de 90, normalmente os mais recentes para mim não tem mais a essência de um bom filme de terror, (claro que existe exerções). Outro ponto, que para mim não é negativo é até bom, é o filme ser espanhol (vamos fugir um pouco dos parâmetros norte americanos de fazer cinema), mas achei que não teria muito coisa. Enganei-me novamente, no filme temos um suspense que lembrou um pouco Lovecraft, mas vários pontos que fiquei pulando na cadeira quando citados (SPOLIER a segui): Primeiro foi a aparição de ninguem mais ninguem menos que Aleister Crowley (se não sabe quem é vá na Wikipedia), Citando um ritual de Dunwich (pulei de alegria na cadeira novamente) então ele trás para junto de si, Bram Stoker (UAU), durante o livro vemos o Necronomicom e quem aparece atras dele??? O próprio Lovecraft. Durante um ritual de invocação Comem tarantulas de Ismouth (HAHA) e depois o ilustre (mas pequeno no filme) Cthulhu. Bem me surpreendi com a historia do filme que faz o jogo de mostrar o presente e o passado, sendo o primeiro filme quase todo no passado, mostrando a historia da Mansão Valdemar e o segundo dando o prosseguimento da historia no presente. Não irei colocar os links do filme, mas recomendo o site:  Adoro Filmes de Terror


Como falado pelo nome do blog, esse é meu mundo louco, vc não precisa concordar com tudo que falo, na verdade podes discordar de tudo, achar que os filmes bostas de hj são obras primas, ou que tenho péssimo gosto, já li muita coisa falando mal desse filme, mas achei ele como uma joia entre tanta porcaria que é lançada todos os dias.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Necronomicom e a Caixa Cenobites


O blog está voltando hoje, como novas colunas, e algumas antigas, como estou desempregado e não mais estudando (vida de formado não ta fácil) então tentarei postar alguma coisa todos os dias, agora me intrometerei em Literatura, Jogos, Cinema, Rpg e continuarei com o as colunas de Musica, Cristianismo e quando tiver uma paciência e inspiração, tentarei trazer reflexões.

Para retorno vamos falar um pouco de umas certas semelhanças que vejo na obra de Cliver Baker, a obra especifica Hellraiser, com a mitologia criada por Lovecraft. Logico que não sou o único de perceber a possível inspiração que Baker te
ve em Lovecraft, mas o fato que me prendo são são os objetos do Necronomicom (o livro dos mortos criado por Abdulal Hazred... digo Lovecraft) e a Caixa da obra Hellraiser. Ambas são capazes de trazer e levar seres por dimensões, curar, ressuscitar, o fato de vermos em hellraiser um ser tomando a forma de outro humano que vemos em Lovercraft também é marcante, além da marca de se desvencilhar da religião "terrena" indo para algo mais Cósmico. Em nenhum momento estou falando que Baker plagiou nada, só estou aqui referindo a inspirações, fato que criação as vezes são apenas recriações de algo que ouvimos, vimos ou lemos. Atualizamos, damos nossa visão. Muto do que se diz novidade hoje em dia já foi criado ou pensando antes por alguém. E as vezes é só o uso de lendas ou conhecimento de uma sociedade já esquecidos.
Necronomicom e a Caixa

Outra semelhança que trago, já discutido na própria revista Berserk, são a dos cenobites e as mãos divinas, não só a aparência  mas o fato de serem invocados em certos momentos trazendo agonia e dor. Abaixo deixo a imagem de ambos, para que se tirem suas conclusões. Também deixo os links do Necronomicom em português para quem tiver interesse, dos contos de Lovecraft e a caixa para montar...
(agora é com vcs, comentem e deem suas opiniões.)



Cenobites (Hellraiser)
Mãos Divinas (Berserk)

Necronomicom
Contos
Caixa

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Um Cinema no carnaval

          Infelizmente esse ano não pude ir acampar junto com minha igreja, motivo, Bem eu poderia mentir aqui dizendo que foi falta de condições, mas na verdade sendo sincero, não me agradou o local... Fora que muitos acamps me cansam de ver os crentes furando fila, os crentes puxando discussão gospel por besteira (como uma demora no banho) fora muita coisa que não vale a pena sitar (uma vantagem/desvantagem é que você acaba conhecendo um pouco mais seu irmão, pois segurar uma mascara durante 2h de culto é fácil, mas 4 dias direto com ele, ou ele mostra quem é ou é um grande artista). Não sendo hipócrita, mas para falar a verdade não gosto de Acampamentos prefiro a palavra retiro espiritual, pois o melhor mesmo é a presença de Deus e você tentar buscar comunhão junto com seus irmão durante quase 4 dias (se fui redundante no final da frase avisem) Cara sempre é bom o renovo, mas Sou ciente que devemos buscar o renovo onde estivermos, não esperarmos um acampamento para nos concertarmos. Em fim como não fui, deu para aproveitar o tempo, com Treino no sábado a tarde (na chuva... gotoso) Passei um dia na casa do meu pai (onde recuperei minha leitura atrasada além de reasistir Rocky 1) e por fim, ontem 20/02, fui ao cinema, infelizmente só por conta que, bem eu mesmo ainda não sei, (indereta paras as pessoas que estavam marcando para irmos) não assistir o filme que queria, cheguei lá na hora da sessão e tinha que comprar o ingresso, acabei escolhendo o horrendo Motoqueiro fantasma 3d (tédio) detalhe faltava 2h e meia para o filme começar, há vamos na livraria... Fechada, o que fazer nesse tempo? Inventei de lanchar, não sei pq mas me lembrei de um discussão de que veio primeiro Satriani ou Vai (discussão que me lembro de perder...Shit) e depois de molejo (amarrado, repreendido, destruído), terminando esse lanche fui bater perna em um shoping quase todo fechado... tédio ao estremo, quando terminei de ver tudo faltava ainda 1h30m, fui para o game (ponto mais alto da noite) joguei Guitar Hero (kiss - Rock Roll all night) depois acabei achando o maravilhoso Fliper de TEKKEN TAG (gastei duas fichas...) Mas zerei. Olhei o relogio ate tinha passado um certo tempinho mas dava para outra musica (ia escolher Sex pistols Anarch in UK- para ser mais saudosista) mas achei uma musica de Steve Vai (custou mais credito por ser musica especial, mas estamos falando do mestre VAI) joguei e fui para a fila do cinema (Resumo: não Asssiti o filme todo, tava bocejando de terídio e cuculei mal a hora de voltar para casa) Achei o filme horrível, o primeiro é BEM, mas BEM melhor que essa porcaria de continuação, mal feita, efeitos especiais Horríveis e decepicionates para quem conhece o personagem (mas sobre isso veja o post sobre adaptações) Ai você me pergunta, foi assistir pq, por conta do ator Christopher Lambert (o qual gosto por conta de Highlander) que nesse horror de filme só aparece duas cenas e morrer (se não gostou do spolier morra) Hoje vou para casa dos meus avôs que é o melhor que faço. 

PS: Nunca mais pisar em um shopping desacompanhado da guria (nem amigos me levam mais) Perca de tempo e dinheiro. (principalmente o segundo)

Comentário de Kazuya Sobre o filme "Pathetic"

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Tekken Blood Vengeance... Analise

Bem de primeira mão faço uma analise do filme Tekken Blood Vengeance, que já assisti no meu PS3 (KKKK). E posso dizer que como fã da serie me decepicionei. Mas o filme Animação é bem, mas bem melhor mesmo do que o live de 2010. Aparte de agora Spolier:
Em primeiro lugar aviso que quem viu os dois videos que coloquei aqui no blog, já assistiram as melhores cenas do filme, pois Jin, Kazuya e Heihachi quase não aparecem, Garyu, só aparece uns segundos e nem luta, LEE é uma Bosta no filme, não faz MERDA nenhuma,(quem jogou Tekken1 sabe que ele é uma dor de cabeça) só faz dizer a frase tipica dele duas vezes e some do filme, pow ANNA nem o reconhecei nem nada, ele nem tem prentenção de reconquistar a Mishima zabatsu. Falando em Anna, só vemos ela lutar com Nina naqueles 6 minutos alá matrix, Kazuya tá uma bosta no filme. E é um filme extremamente feminino, o final é pior. Mas como disse é melhor que o live
 Só ganha por que se tornou o principal... Ódio.
 Lee que decepção, Faz merda nenhuma, sem moral e extremamente idiota no filme.
 Quem são vocês duas??? Ninguem nem jogam com vcs, cade o Capoeirista, tem bem mais moral.. CADE O EDDY, LAW, KING???? 
Apesar de Continar moral, só faz apanha para o filho ultimamente, Como Você mesmo dira: Pathetic

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Filme: Tekken Blood Vegeance

Desde a metade desse ano venho esperando o lançamento desse filme ou em dvd ou cair na internet... Puts quem gosta dos jogos de Tekken e achou uma Tremenda, mas verdadeira, porcaria aquele filme live action do ano passado, tem que assistir o Blood Vegeance. A má noticia é que ele provavelmente só será lançado para o próprio console, no caso laçado no Blue Ray do Tekken Hybrid, que vira o Takken tag HD, Takken Tag 2 e o Filme Blood Vegeance. Só para sentir a linha é da mesma equipe do Resident Evil Degeneration. A baixo a cena de luta entre Heihachi, Kazuya e Jin (Isso que é reunião de família, Heihachi também mostra que a idade tras amadurecimento para um artista marcial, dale vovô), provavelmente uma das ultimas lutas do filme, mas não a ultima que pelos trailers será entre Devil e D. Jin. (cuidado os vídeos contem cenas fortes para fãs, não só de Tekken, mas de Artes Marciais)

ATUALIZADO:
Hoje achei na rede os primeiro seis minutos do filme, mas segundo informações só ficaram disponiveis até dia 25, então assistam antes que retirem.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Um texto encontrado por ai.

Não sei se aguentarei guardar tudo aqui dentro, as pessoas enchergam meu sorriso, vem minha expressão e pensam...
-Está tudo bem.
Mas não está, minha vida não fica mais tudo bem desde muito tempo, tento me encaixar nas coisas mas perdi minha forma, perdi minhas cores, perdi minha identidade, para não falar de Alma.
Todos os dias acordo, lembro dos teus olhos e lembro que não mais os vejo indo de encontro aos meus, todos os dias quando para o pouco lembro de como você dizia que gostava de pensar no futuro e eu dizia que tinha medo do futuro, hoje me pergunto: Existe futuro?
Quando estou de bobeira, bebendo uma coca cola, assistindo algum programa que passa nesses canais, me perco quando vejo uma guitarra, pois me lembro do som que você tirava, ah como eu curtia o seu som.
Mas hoje não escuto mais.
Espero cartas suas, mesmo sabendo que não te deixei meu endereço.
Espero você, mesmo sabendo que não mereço.
As coisas voltarem como antes é impossível, nos dois sabemos disso, mas não quero ser feliz como antigamente, apenas ter você aqui ao meu lado, ouvindo sua voz e sentindo o teu forte abraço que me dava animo para superar mais uma semana e me perder nos teus olhos fazendo o tempo para ao nosso redor.
Mas talvez eu nunca tenha mais isso, talvez eu tenha perdido a chance, talvez se eu não fosse tão cheio de talvez, você estive-se aqui.

Autor desconhecido

Mais uma postagem inutil: Jogos que marcaram minha Infância.

Bem para não deixar sem postar nada nesse Blog, resolvi colocar uma lista de jogos que marcaram minha infância, talvez vc que seja uma pessoa nostálgica como eu, tenha jogado ou precise de ideias de jogos novos do tipo antigo para jogar, não os colocarei em ordem de preferência, mas dos que vem a minha mente, o meu preferido darei um destaque. Vamos lá.

Ultimate Mortal Kombat 3:


Graças a esse jogo, fiz um amigo até os dias de hoje, afinal estou falando dos meus 7 anos de idade, poxa, a emoção de consegui colocar os códigos de dar fatalyt em um botão, hoje os gamers tem Internet para isso, mas na época era liga para fulano para saber se ele sabe ou lembra, bem meu personagem preferido era o sub... não resposta errada, gostava de jogar com o Liu Kang

Cardilac e Dinossauros

Putz, meu primeiro e quase ultimo jogo de fliperama, joguei quando tinha uns 5 anos, lembro do dia como hoje, pedi 10 centavos ao meu pai,(boa época que a ficha era 10 centavos) e fui pela primeira vez escondido (infelizmente de muitas) a um fliperama, e depois quem passou lá e me viu??? Sim, meu pai que disse que se eu fosse lá novamente me dava um tapa na cara... Minha resposta: "Tem mais dez centavos?" - "Tome, mas depois dessa vá para casa" Bem dai cai no abismo de frequentar fliperamas, bem quem não tem vídeo game em casa recorre a isso. (Por favor crianças, não façam isso escondidos ou proibidos por seus pais, entrei em muitas enrascada por conta disso) Bem meus personagem preferido era o Jack Terrune.

DOOM

Meu primeiro jogo de Tiro que realmente gostei, putz a trilha sonora, o gráfico (tá bom, pode rir, mas sou fã do jogo até hoje), os bichos(monstros, demónios, chame o que quiser), as lendas do jogo ser encapetado  o medinho que dava depois de jogar a noite... em fim as vezes jogo Doom 1 até os dias de hoje, imaginem agora minha reação quando joguei DOOM 3, e esqueçam aquele filme que é uma bosta, principalmente que leu a historia narrada no manual original da fita de Snes.

 

Samurai Shodow/The king of Fighters 

Dois jogos que nos flipes eu gostava muito de jogar, sendo o Samurai 4 e KOF a serie toda, eu tive infância meu amigo, acompanhava a chegada dos novos Kofs com uma alegria muito grande, pena que a serie decaiu tanto, novamente eu digo esqueçam o filme, só se for a a nimação de Samurai Shodow, que alguei em vhs na locadora que ficava na esquina da minha rua. Personagen que eu jogava mais eu que hoje eu jogo:
Samurai: Galford, Sogetsus e Tachibana Ukyo.

Kof: Joe e hoje em dia, K9999















Street Fighter 2: Comecei a ser fan por conta do desenho do sbt (esqueçam os filmes, os dois, se brincar até os filmes animados e fiquem com o Victory), puts, muito bom o jogo, só era estressado pois as primeiras versões do jogo não podia, jogar com o personagem mais moral, que desculpe quem discorda, mas VEGA/BALROG (os da garra e mascara) é o melhor, mais sádico, mais cruel, e quem falar qualquer coisa, lembre que no desenho ele briga com Ken para ficar com a Chun-li, Um lutador rápido, sem poderes avacalhados, forte, se discorda tenta passar dele no primeiro street fighter 2 para snes, no controle de snes, que vc vai descobrir o inferno.



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