quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Um texto encontrado por ai.

Não sei se aguentarei guardar tudo aqui dentro, as pessoas enchergam meu sorriso, vem minha expressão e pensam...
-Está tudo bem.
Mas não está, minha vida não fica mais tudo bem desde muito tempo, tento me encaixar nas coisas mas perdi minha forma, perdi minhas cores, perdi minha identidade, para não falar de Alma.
Todos os dias acordo, lembro dos teus olhos e lembro que não mais os vejo indo de encontro aos meus, todos os dias quando para o pouco lembro de como você dizia que gostava de pensar no futuro e eu dizia que tinha medo do futuro, hoje me pergunto: Existe futuro?
Quando estou de bobeira, bebendo uma coca cola, assistindo algum programa que passa nesses canais, me perco quando vejo uma guitarra, pois me lembro do som que você tirava, ah como eu curtia o seu som.
Mas hoje não escuto mais.
Espero cartas suas, mesmo sabendo que não te deixei meu endereço.
Espero você, mesmo sabendo que não mereço.
As coisas voltarem como antes é impossível, nos dois sabemos disso, mas não quero ser feliz como antigamente, apenas ter você aqui ao meu lado, ouvindo sua voz e sentindo o teu forte abraço que me dava animo para superar mais uma semana e me perder nos teus olhos fazendo o tempo para ao nosso redor.
Mas talvez eu nunca tenha mais isso, talvez eu tenha perdido a chance, talvez se eu não fosse tão cheio de talvez, você estive-se aqui.

Autor desconhecido

Um comentário:

ALVARO O BARDO disse...

muito bom o texto de uma melancolia artística sensível e bela como o outono, entretanto acho que devo instigar uma saudável discussão com minhas próximas palavras:

"O Outono e o Inverno passam, flores desabrocham e perfumam, as respostas se fazem como as jóias precisam ser buscadas e então digo ao poeta que sua amada apenas sua coragem espera"

abraços heehehehe